segunda-feira, 25 de março de 2013

Resenha do livre Escravidão,liberdade e resistência em Sergipe: Contiguiba 1860-1888



Universidade Federal de Sergipe
Aluno: Glauco Moura Santos
Data: 25/03/2013
Prof: Dr. Antônio Lindivaldo

                        
                           Resenha


AMARAL,Sharyse Piroupo do.Escravidão, liberdade e resistência em Sergipe: Contiguiba, 1860-1888.Salvador, 2007.




De referência quase que obrigatória para aqueles que intencionam enveredar pela historiografia da escravidão, o livro “Escravidão, liberdade e resistência em Sergipe: Contiguiba, 1860-1888”, é ,sem dúvida, um trabalho primoroso de pesquisa e reflexão acerca da escravidão em Sergipe e no Brasil. Ao penetrar na História da escravidão em Sergipe, a autora Sharyse Piroupo do Amaral nos põe diante dos debates travados nos interstícios do fazer historiográfico. Este é um trabalho que procura desvendar – ou/e compreender – como a atuação dos negros escravizados teve sua parcela de contribuição para o fim da escravidão. Nas palavras da autora “Buscar compreender os sentidos políticos das atitudes dos escravos, no contexto específico das transformações pelas quais passava a sociedade brasileira, na segunda metade do século XIX, algumas delas provocadas por escravos...”(P. 23).
Criteriosa, no trato com as fontes, a autora inicia seus estudos acerca da escravidão mostrando-nos um panorama geral do da situação escravista em Sergipe, no período que vai de 1960 à 1988, que, segundo a autora, a definição de um tempo mais curto se justifica-se pelo interesse da mesma em trabalhar com uma maior diversidade de fontes, ou seja, delimitar foi importante para que a tese ganhasse maior consistência no trato com as fontes, e também por se tratar de um período em que os ânimos em relação ao trabalho escravo estavam acirrados. O mesmo se dá com os limites geográficos(Região do Vale do Contiguiba), por esta ser a mais importante região escravista em Sergipe nesse período.
No primeiro capitulo, adentramos na história  do açúcar em Sergipe, lembrando que é durante esse período que se dá a formação de uma possível cultura negra advinda junto com a escravidão, esta, principal mão de obra nos canaviais. Com o fim do tráfico negreiro, na segunda metade do século XIX, o que se percebe é que, no Brasil, o sistema escravocrata começa entrar em colapso. Entretanto, é importante entender as particularidades de cada região afim de compreender como esses acontecimentos geraram consequências diversificadas em cada contexto. Em Sergipe, o plantio de cana-de-açúcar fora bastante tardio, se comparado a outras regiões do Nordeste. Entretanto, esse fora um fator importante, pois a fato das terras dessa região estarem “descansadas”,e serem de boa qualidade(massapê) para o plantio da cana, serviram para que se desenvolvesse, nessa região, um tipo autonomia e desenvolvimento econômico, ainda que tardio. Outra característica marcante, é que nestas terras – Contiguiba – mesmos os grandes proprietários não dispunham de grandes porções de terra, tampouco dispunham de grande poder aquisitivo. Isso torna-se importante, na medida em que todas essas características dos proprietários vão determinar o tipo de relação que predominaria entre senhor e escravo nesta região. Com a alta do preço do açúcar, no mercado internacional, a produção de açúcar no Vale do Contiguiba passa a ser um importante núcleo de produção para o mercado externo. Aumentando assim, durante esse período, o número de engenhos, assim como, o aumento e desenvolvimento dos principais centros urbanos na província. A autora ainda busca mostrar como estava divida a sociedade do açúcar nesse período, a partir das condições populacionais como: condição jurídica e cor. Em relação a condição jurídica estavam divididos em: livres, libertos e escravos. Já as condições do fenótipo se dividiam em: brancos, índios , pretos e pardos. Outra característica dos engenhos nesta região é a pequena quantidade de escravos devido a pouca condição desses senhores. Essa característica será marcante, pois ,devido a esse fator, desenvolveu-se um tipo de relação entre senhor e escravo, ainda que o termo “adocicada” ,empregado por Gilberto Freyre não caiba, fora bastante diferente de outras regiões produtoras de açúcar. Com o fim do tráfico negreiro e a instituição da lei do ventre livre, a relação entre senhor e escravos passa a tornar-se bastante acirrada.
No segundo capitulo é possível visualizar esses conflitos a partir da situação em que se encontravam os escravos na segunda metade do século XIX. Aqui a autora discute algumas formas de resistência que ajudaram a minar por dentro o sistema escravista.  Para a autora a fuga era bastante comum nos engenhos dessa região. O ato da fuga poderia ter motivos bastante diversos, seja por maus tratos, ou para visitar parentes,ou mesmo para trabalhar em outros engenhos. O importante é que nem sempre o motivo principal da fuga estava necessariamente associada a uma busca por liberdade  por parte dos escravos, ainda que o ato de fugir tenha servido indiretamente para sacudir e desestabilizar a sociedade do açúcar. A fuga era mais comumente praticada por escravos jovens e do sexo masculino, ainda que esta não seja uma regra, e que mesmo mulheres e escravos idosos constem nos autos de fuga, essa prática era mais comum entre os jovens. A autora explica que nas últimas décadas da escravidão, a mão-de-obra escrava estava escassa, ou seja, os poucos escravos que existiam estavam sobrecarregados, pois seus senhores não queria que a produção de açúcar entrasse em colapso. Para fugir, os escravos necessitavam de estratégias que lhes garantissem sucesso nessa empreitada.Boa parte dos escravos fujões adentravam nas matas,e formavam pequenos grupos – umas das características dos ajuntamentos de negros em Sergipe é que eles nunca formavam grandes grupos para não serem descoberto facilmente. Neste ponto a autora trava um debate que vigora até hoje na historiografia sergipana que é se houve ou não quilombos nessa região. Se tomarmos como exemplo Palmares, dificilmente encontraremos aqui tal modelo de organização entre negros fugidos. Os escravos em Sergipe utilizavam da tática de guerrilha no mato, o que dificultava a captura na mata. Outra tática, era descer pelos rios que cortam o Vale do Contiguiba e ir pra capital ou para uma região mais distante. Ou mesmo cometer crimes para ser preso pela polícia, evitando assim piores tratos por parte do seu senhor. Era comum também o uso de documentos falsos, ou documentos de alforria de outros escravos já falecidos. E fuga foi sem duvida o meio mais eficaz de resistência dos negros, ainda que nem sempre a motivação fosse o fim efetivo do sistema escravocrata.
O terceiro capitulo a autora dedica a uma análise dos Mocambos na região do Contiguiba.Reforçando a ideia de que os ajuntamentos de negros em Sergipe não seguia um modelo palmarino,e ,sim, consistia em agrupamentos de negros fugidos em pequenos grupos,os chamados: mocambos. Entretanto, para alguns historiadores, o ato de se dividirem em pequenos grupos tornou a ação dos escravos “desagregadora” e incapaz de subverter a ordem escravista.Era comum a associação de ajuntamentos de negros com o aumento da criminalidade.Isso deixava a sociedade sergipana e as autoridades apreensivas. Uma coisa importante acerca desses ajuntamentos,é que mesmo estando restritos, eles mantinham uma complexa rede de colaboração externa.Nas últimas décadas de escravidão se deu significativamente um aumento da quantidade de ajuntamentos na região do Contiguiba.Isso demonstra que os negros também já percebiam a decadência daquele sistema,ainda que de modo bastante difuso, criando várias táticas de  negação de uma condição de sujeição vivida por eles.
Dentre os recursos para a aquisição da liberdade, a autora trata, neste quarto capitulo, das vias legais que os escravos dispunham para conseguir sua alforria.É notório que após a segunda metade do século XIX, uma série de leis contribuem para por abaixo o sistema escravocrata.No bojo desses acontecimentos, os escravos também souberam se inserirem nessa nova ordem que se estabelecia na sociedade brasileira. Amaral, traz a tona um debate complexo acerca da concessão de alforria por parte dos senhores de engenho. Em parte, o que se discute na historiografia, é se isto era uma concessão, ou seja, uma atitude de benevolência ou uma mera forma de se livrar do escravo que já não mais servia?Dialeticamente é possível entender essas duas teses concorrentes a partir de uma síntese sistemática que fuja ao maniqueísmo. Alforria exercia um papel simbólica nas relações entre senhor e escravo, ela era concedida na medida em que o escrava provava que era merecedor de tal benefício, ou seja, ser leal e obediente para com o seu senhor era uma delas.É visível que por trás do benefício estava uma complexa rede ideológica de dominação.Outra prática comum,era a tentativa de liberdade por meio da Justiça comum.
De leitura instigante, quase impressionista no trato com as fontes,este livro nos põe diante das mais variadas discussões acerca da escravidão no Brasil.Mas o que impressiona mais, é como cada região possui suas próprias condições,e é diante das fontes que o historiador vai desfazendo mitos dedutivos dos grandes métodos, analisando caso a caso sua particularidades e seus revezes. Um exercício cuidadoso de reflexão,uma aula de investigação historiográfica.


Agradeço,amo todos vocês.





sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Relatório de visita à cidade de Poço Redondo



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE





RELATÓRIO DE VIAGEM: VISITA ACADÊMICA AO MUNICÍPIO DE POÇO REDONDO PARA  APRECIAÇÃO DA “CAVALHADA”.





Glauco Moura Santos
Discente do Curso de História Licenciatura 2007/1



Relatório


                                    O Professor Dr. Antônio Lindivaldo Souza, coordenador da disciplina de Temas de História de Sergipe II, organizou uma viagem de visita ao Município de Poço Redondo(ver Ilustração 1), no dia 27 de Janeiro de 2013. No qual tivemos a oportunidade de participar de uma das manifestações culturais daquele município: A Cavalhada. O objetivo dessa viagem foi o de exercitar a capacidade e o senso crítico acerca de uma região onde predominou a “Sociedade do Couro”, no sertão sergipano. Já que, Poço Redondo é um dos poucos municípios que ainda mantém ativa uma das manifestações mais representativas do sertão sergipano.
                       
Ilustração 1(igreja da cidade de Poço Redondo)
                        Chegamos a cidade de Poço Redondo(ver ilustração 2) às 10 horas, conforme o planejado. Tiramos algumas fotos da cidade, acompanhados pelo professor,vimos alguns pontos históricos da cidade, além de termos o nosso primeiro contato com a população nativa da cidade.



                                        Em um segundo momento, mais precisamente às 10 horas e 15 minutos, seguimos com o coordenador da disciplina, o professor Dr. Antônio Lindivaldo Souza, para uma aula pública,na qual ele explicou sobre quais condições históricas que se desenvolveu os primeiros indícios de povoamento no Alto Sertão sergipano, ou seja, ressaltava como o Sertão fora de suma importância para formação do estado entre o século XVI, XVII e início do século XVIII, onde predominou a sociedade baseada na criação de gado,também chamada de “sociedade do couro”. Confirmando a afirmação de Felisbelo Freire, na qual dizia que: “antes do sergipano ser lavrador, foi pastor.”.
Ilustração 2(Mapa indicativo da psição geográfica de Poço Redondo)
                        Sanadas as dúvidas historiográficas, também pudemos ver alguns dos preparativos para festa. Percebemos que toda indumentária tradicional da Cavalhada é confeccionada pelas mulheres – esposas,filhas e vizinhas – dos montadores. Também se banham os cavalos que serão montados à tarde.
                        Conversamos com alguns participantes e ex-participantes da cavalhada, que nos contou suas experiências no festejo, e como aquela manifestação é de suma importância para cultura de Poço Redondo, além de nos explicar, previamente, a origem, e alguns aspectos básicos do festejo.
                        Seguimos,então, para o almoço em um restaurante da cidade por volta das 12 horas, onde experimentamos um pouco da culinária local, e onde pudemos trocar algumas impressões  sobre a nossa estadia na cidade.
                        A partir das 15h os cavaleiros, já devidamente trajados com a indumentária própria, seguem pelas ruas da cidade em 2 fileiras. Do lado direito os cavaleiros montados  de cor vermelho e branco, do outro lado, esquerdo, os cavaleiros de cor azul e branco. Cavaleiros,cavalos  e lança compõem o cenário que anuncia o inicio do festejo pra população e visitantes. Os cavaleiros seguiram em direção ao altar da igreja, onde fizeram saudação. Todo percurso é acompanhado por uma banda de pífano(ver ilustração 3), que toca musicas tradicionais do festejo. Fotografamos todo prenuncio, e coletamos mais informações sobre o festejo.
Ilustração 3: Banda de Pífanos(fotograma retirado do documentário "a Cavalhada)

                         A Cavalhada tem como principal característica a representação da guerra entre Mouros e Cristãos pelo domínio da península Ibérica. Quando os Árabes, durante a expansão Muçulmana, dominaram  Portugal, houve um processo de reconquista liderados pelos cristão para expulsão dos árabes daquela região. Mesmo esse festejo sendo uma representação bem mais antiga, que remonta à questões européias antes do período colonial, ela (a cavalhada) também nos serve para entendermos uma tradição que permanece desde o período de expansão do território sergipano, e onde se desenvolveu a “sociedade do couro”.
                        Inicia-se a competição, propriamente dita. A banda de pífanos começa a tocar novamente. Já no percurso onde ocorre o festejo(ver Ilustração 4), o Mateus, com seu asno, retira o público do “trilho”(estrada de terra na qual vão percorrer os cavaleiros), ele também é responsável pela parte cômica da festa,pois ele canta versos e faz brincadeiras antes de começar a competição.
Ilustração 4:Apresentação (fotograma retirado do documentário “A Cavalhada”)

                        Outra coisa que é importante mencionar é a presença de três juizes que são responsáveis por julgar qualquer infração das regras da competição, e que garante que somente a fé e a competência do cavaleiro, fará o grupo vencedor. “A palavra do corpo de jurados é incontestável”.
                        Começa a competição! Um a um, os cavaleiros seguem com suas lanças em direção a argola que está disposta no outro lado do percurso. Tal atividade demonstra muita técnica dos cavaleiros, tanto na montaria, quanto na concentração para acertar a argola com sua lança. Ao final da apresentação, os dois grupos saíram vitoriosos, devido a um empate técnico, e terminou nossa visita.

                       

                        CONCLUSÃO
                       

                        Visitar a cidade de Poço Rodondo, e conhecer uma das mais representativas manifestações da cultura local, é de suma importância para formação do complexo cultural do estudante, dando-lhe uma oportunidade de presenciar in loco parte de uma cultura que serviu de alicerce pra formação e construção da sociedade sergipana como um todo. Além de melhor entender como se dá a consolidação da sociedade do couro, e como algumas características desse universo pastoril ainda permanece no complexo cultural daquele município.
                        Tal experiencia compõe um tripé que é fundamental à formação acadêmica do discente. A extensão amplia o universo de ação do estudante, possibilitando a aquisição de conhecimento sob diversas matizes culturais.

                       

                        REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

                        SOUZA, Antônio Lindivaldo.Temas de História de Sergipe II. São Cristovão -SE. Universidade Federal de Sergipe, CESAD, 2010.
                       
                        A Cavalhada. Documentário, 13 min.
                       

Plano de Aula da disciplina Temas de Sergipe II



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE HISTÓRIA LICENCIATURA





PROJETO PEDAGÓGICO:





VISITA MONITORADA À CIDADE DE POÇO REDONDO



PROJETO PEDAGÓGICO APRESENTADO PELO PROFESSOR GLAUCO MOURA SANTOS, PROFESSOR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA DE SERGIPE, TENDO EM VISTA A RELIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO TRISMESTRAL, PROPOSTA NO PLANEJAMENTO DA DISCIPLINA NO ANO DE 2013.



SÃO CRISTOVÃO
FEVEREIRO DE 2012





PROJETO PEDAGÓGICO



TÍTULO:

A CAVALHADA DE POÇO REDONDO




RESPONSÁVEL:




GLAUCO MOURA SANTOS
PROFESSOR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA DE SERGIPE











 SÃO CRISTOVÃO
FEVEREIRO DE 2013.









I- APRESENTAÇÃO

A proposta do presente projeto faz parte de uma prática pedagógica que visa por os alunos e alunas em contato direto com resquícios de manifestações históricas pertencente ao seu estado e ,portanto, da sua própria história.
Esta proposta deverá ser mediada, através de leituras prévias, indicadas pelo professor, de textos obrigatórios para compreensão e reflexão crítica, afim de se concretizar os objetivos propostos.
Tais leituras fazem-se necessárias na medida em que contextualiza tal manifestação, possibilitando o discente uma compreensão em perspectiva da história a qual pertence, dando-lhe capacidade efetiva para reflexão histórica.

II- JUSTIFICATIVA

Tal projeto, intitulado:”A Cavalhada de Poço Redondo”, surge da constante necessidade de apresentar aos alunos e alunas uma relação direta daquilo que foi estudado previamente, mediante leituras propostas no programa da disciplina de História de Sergipe, acerca da História do seu Estado.
Neste sentido, os alunos visitarão alguns dos principais lugares que caraterizam o sertão sergipano, e monitorados pelo professor responsável, afim de capacitá-los, a partir dos textos-base , à reflexão acerca de um passado histórico.

III- OBJETIVOS:

3.1- Objetivos Gerais
Exercitar a capacidade e o senso crítico acerca de uma região onde predominou a “Sociedade do Couro”, no sertão sergipano, além de presenciar e participar
de uma das mais tradicionais manifestações representativas dessa região: A Cavalhada.
                       
                        3.2- Objetivos Específicos

                        IV- PUBLICO ALVO
                        Discentes do curso de História licenciatura da Universidade de Sergipe do pólo de São Cristóvão, que cursam a disciplina de “História de Sergipe”.
                       

                        V- METODOLOGIA

                        Para que os objetivos propostos neste projeto sejam perfeitamente atingidos, faz-se necessário os seguintes passos:
                        1- Na primeira fase, os discentes deverão estar munidos ,com leitura prévia, dos textos referentes à disciplina de História de Sergipe, mais precisamente dos capítulos I, II, III.
                      2- Na segunda fase, através de uma viagem ao Sertão, mais precisamente em Poço Redondo, terão a oportunidade de assistir in loco, a apresentação da Cavalhada, monitorados pelo professor Glauco Moura Santos, que os ajudará a contextualizar teoria e a prática acerca do cotidiano no Sertão de Sergipe.
                      3- Na terceira fase, os alunos, munidos de câmeras e celulares, deverão fazer registros do evento, afim de todo material lhes sirvam de arcabouço para fundamentação de um relatório.
                        4- Na quarta fase, o Aluno, com tal arcabouço descrito nas fases anteriores, deverão escrever um relatório acerca da visita monitorada à cidade de Poço Redondo e publicá-lo-ão especificamente em um blog( a ser criado previamente para esta finalidade).
                       4.1- Como já indicado, os alunos, para confecção do relatório, deverão ler os textos da disciplina, particularmente, os capítulos I e II.
                      4.2- Observar, o relatório deverá estar de acordo com a normas da ABNT, tais como: formatação de página, fontes, espaçamento,além da devida referência a bibliografia recomendada.
                      4.3- É preferível que os alunos publiquem em seus relatórios fotos referentes a visita feita por eles.

                        VI- CRONOGRAMA

Atividades
Período
Análise do conteúdo,em aulas expositivas(capítulos I e II)
De 15 à 17 de janeiro de 2013
Visita monitorada ao Sertão, em Poço Redondo.

Dia 28 de janeiro de 2013
Entrega do relatório da viagem e publicação em um Blog para que seja feita a avaliação.
Dia 22 de Fevereiro de 2013


                       
VII- ROTEIRO DA VISITA MONITORADA  À CIDADE DE POÇO REDONDO.
                       
                      1- 07h – Encontro com os alunos da disciplina de História de Sergipe ao lado da Delicatessen do Posto de gasolina,em frente ao Shopping Jardins, no Bairro Jardins, para o embarque no ônibus.
                        2- 10h – Chegada ao Município de Poço Redondo.
                        3-10h 15 min – Monitoria e micro aula sobre algumas características históricas do município, reafirmando alguns tópicos do texto indicado nas aulas anteriores.
                        4 12h – Almoço;
   5- 15h – Início da Apresentação da Cavalhada
   7-16h– Explicação de como deve ser feito o relatório.
                        8– 17h– Encerramento das atividade e Retorno.
                       

                       




                        VIII– REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

                        SOUZA, Antônio Lindivaldo.Temas de História de Sergipe II. São Cristovão -SE. Universidade Federal de Sergipe, CESAD, 2010.